Diário de Sobrevivente

Ah! Por essa, ninguém esperava.

Sim, é aquele tipo de post, que faz tempo que não aparece por aqui. Muito tempo.
Só ando muito ocupado e sem energia… Diria que essa fase da minha vida, que está para acabar, está se arrastando lentamente como um rato gordo devorador de livros e poesias. Mas está acabando.
O que eu faço tanto? Bom, não sei se as pessoas ‘daqui’ sabem, mas eu sou programador. Ou seja, eu escrevo softwares, o que não deixa de ser poético. E estou terminando a faculdade, tipo, agora, meu último semestre do último ano.

Enfim, fiquei longe daqui e voltei, por que? Pois é… Talvez, com o passar do tempo eu tenha me esquecido da finalidade deste blog (droga, talvez eu tenha me esquecido da finalidade de viver), que é simplesmente um espaço que eu uso pra me expressar sem medo. Talvez eu tenha cometido o terrível erro de deixar esse lugar com uma cara séria, arrumadinha, organizada como tenho que fazer com meu trabalho. Talvez eu tenha crescido e tentei fazer isso daqui amadurecer comigo.

Mas ele não pode amadurecer… Não mais do que ele já amadureceu, ele não pode ter outra cara que não a que ele já tem. Depois de 6 anos, 234 textos e 671 comentários (e muitas aventuras, diga-se de passagem), tudo isso daqui já tem seu próprio jeito de ser. Certas coisas não podem ser mudadas, depois de um tempo. Então virei aqui as vezes pra escrever e tudo mais, mas não vou mais me preocupar com nada além de colocar os textos aqui e ler os comentários de quem leu, que são sempre muito bem-vindos, apesar de eu nunca responder. Vou fazer isso por que, um certo passarinho me lembrou, eu gosto.

A grande ideia é escrever sobre coisas legais, de maneiras interessantes (daí o grande interesse por formas diferentes de se escrever, como poesia) e ver o que as pessoas acham não porque eu quero que elas gostem, mas porque o que elas acham podem guiar o próximo texto, ou dar alguma ideia completamente nova, ou consertar algum erro no texto ou talvez discutir sobre a utilização de vários “se’s” seguidos na mesma sentença, com significados diferentes, não sei.

Não vou cometer novamente o erro de tentar deixar isso daqui “profissional” ou qualquer coisa assim, e isso por si só deve trazer de volta a vontade de escrever 🙂

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"Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço, não do tamanho que os outros me enxergam" Carlos Drummond de Andrade, meu Mentor Ver todos os artigos de Trovador

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