A Mulher que amo.

1 10 2008

Nossa.

Tenho tido tantas coisas pra fazer: estudar, programar, aprender a dirigir, ler, projeto, resolver exercícios, comer, coisas daqui de casa por fazer, escrever… Que… Nossa!

Vou fazer, por hora, um “tapa buracos” por enquanto não posto o derradeiro projeto final, que é ESTE TEXTO versado, de autoria da Poetriz, amiga já muito estimada.

O poema que se segue não tem título, mas penso em pôr o que está como título do post: A Mulher que amo.

Mas não é definitivo.

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És minha, porque te fiz
de meus sonhos ou pedaços
de mim, de meu sangue.
Criei-te de meus desejos.

Carne do meu Sonho
Sangue do meu pranto
Te fiz. És minha.

Mais minha que minha filha
Mais minha que minha mãe
Mais minha do que eu mesmo me sou meu.

És minha poesia, palavras,
pintura e partitura
por mim criadas.

És minha arte.
Nada além disto. Meu pedaço de Barro
por mim, em mulher moldado.

Não és perfeita, pois és minha
E não tolero o perfeito
É tão somente imperfeita
pois é minha.

Está na minha mente, na minha alma.
E é, então, minha. Somente minha.
Eternamente minha.