Bom, as pessoas que me acompanham, que não são muitas, -se é que existem, devem ter percebido que semana passada não postei nada. Por muitos motivos. Estava totalmente sem inspiração no fim de semana. Muuuuuitos trabalhos e tudo mais. Fim de ano é realmente complicado!
O blog deve ter feito dois anos! Omg! Dois anos! E eu nem percebi… Esqueci a data, completamente.
Enfim, passou em branco dessa vez, mas não é como se alguém fosse reparar XD
Da próxima vez, eu me lembrarei, promessa. Hey, isso é uma promessa ao blog.
Eu gosto dele, ele é legal (Durante muito tempo dei mais valor às coisas do que as pessoas… Coisa de gente que cresceu sozinho trancado no quarto, sabe?)
Por causa de tudo isso, venho com dois poemas novos, eu diria interessantes:
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Céu da Noite
Rafael Rabelo
Vem comigo, vem
Contar estrelas
Uma, duas, três
E perder as contas
E começar de novo
Vem procurar no céu
as constelações:
Órion, cruzeiro do sul
A gente aponta pra três marias
E se elas sorriem, não tem problema
Vem olhar a lua cheia
Brilha que parece um sol
E tão nítida e perfeita
Mesmo sem poesia, ela é linda
E como brilha!
Vem ver as nuvens!
Ah, é uma beleza as nuvens da noite
Como desenhos feitos à lápis
Usando técnicas de borrar no dedo
As vezes são umas pinceladas
E se estamos no silêncio
Dá pra ouvir a música da noite
E quem sabe caminhar nas órbitas
Por que quando a gente olha
pro céu da noite, meu amor
A gente olha pro verdadeiro infinito.
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Nós dois depois de um tempo
Rafael Rabelo
Ainda me lembro
do começo de nós dois
Tão apaixonados, tão ligados
Feitos um para o outro
Meus beijos só teus
Eu só pra você
Cheios de dengo-dengo
nhém-nhém-nhém, bilu-bilu
De carinho-escondido
De furta-fogo aqui e ali
De cenas de ciumes
De demonstrações de afeto.
Me lembro bem
Das lágrimas inseguras
E das roupas novas
Cheias de intensões travessas
Do nosso bem-estar juntos
cantar alto a música de nós dois
E assistir filme abraçadinho
Lembro de ter começado
Com pouco, muito pouco.
Um olhar azedo aqui
Não cede hoje, amanhã não cedo
Tantos sapos, tantas raivas!
E o carinho? Sei lá.
E toda vez calavamos mais
Nos saturavamos de nós mesmos
Nós dois tornou-se um fardo
Né? Agora eram coisas como:
O idiota, aquela vaca, imbecil
E tudo tornou-se tão ácido
Amargo como o gosto do anestésico
Tão áspero e vil
Que perdemos o sentido
Os sentidos e o coração
O que aconteceu com o que éramos antes?
Somos agora dois inimigos que dormem na mesma cama
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Sem imagens porque acabei de escrever… E teriam que ser duas, pra ser justo.
Andei pensando (Há!) se eu pudesse desejar algo, provavelmente não desejaria coisa alguma. As pessoas vão pensar: Oh, como isso? E a paz mundial? E o dinheiro? E o amor? E bla bla bla?
Nah, as coisas que realmente valem a pena querer, são boas só quando a gente conquista com o próprio esforço.
Enfim, só andei pensando nisso, só…


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