O Canto

26 10 2009

Rafael Rabelo

O Canto das Pessoas,
estava no Canto d’Alma.
E sua forma, de alguma forma
Lembrava o Canto das Coisas,

O Canto da parede
Acolhe, nos faz compania.
E o mundo mudo,
insulta, torna a vida sombria.

O Canto de louvor ao Canto,
e seu acolher que encanta.
Engole a Terra em um abraço
E eu o engulo na garganta

O Canto é sempre um amigo
e Haviam outros Cantos
Uns anjos que nos recolhem,
E enchem os ouvidos.

Dentro de nós há um Canto
Que grita, n’alma.
Nele nos ouvimos e sentimos
Vemos nossas sombras projetadas.

O Canto enche os corações
preenche a alma e acompanha
Torna uma dor menos Solitária
enquanto eu, sozinho, a Canto

;) (65)

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As vezes, quando eu acho que esgotei os poemas que eu tinha, me surpreendo. Sempre encontro um poema perdido nas minhas coisas. E o pior, fico surpreso com quão bons eles são!
Acho que escrevi melhor antes, do que agora.
Era mais inspirado, eu acho.

Eu lembrei desse poema, foi baseado no primeiro livro que eu li a sério.
As Batalhas do Castelo.
Mto bom o livro, me surpreendi MESMO com o final.
Quem quiser, que leia o livro, talvez entenda melhor a poesia…


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Uma resposta

8 11 2009
M. Obregon

nunca li o livro e pra mim essa poesia é ótima. ^^

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